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quarta-feira, 17 de março de 2010

JEC contrata

Foto: Site JEC

Enquanto não chega os atletas do Cruzeiro, Nereu segue contratando. O meia Juninho de 31 anos, já teve passagens por Palmeiras 2002, União Barbarense em 2003, futebol polonês e ucraniano.

Chegou no começo de fevereiro deste no Vila Nova-GO, mas na troca de técnico, acabou dispensado pelo técnico Edson Gaúcho.

 Em contato com a assessoria do Vila Nova, o meia não ficou nem um mês no clube. Ainda é aguardada a chegada de mais um zagueiro e um volante, em caráter de urgência.

Ele chega, supostamente para o lugar que era para ser de Beto, que acabou trocando o JEC pelo Brasiliense.

** atualizado 17 horas

terça-feira, 16 de março de 2010

A vaia e os três pontos

Caros leitores da nova e velha geração. Literalmente, da partida contra o Brusque o importante foram os três pontos e um pouco do primeiro tempo. Mesmo vencendo o jogo, o tricolor deixou o campo sob fortes vaias de uma torcida que há anos anseia por um título de grande expressão. E Mauro Ovelha sentiu a pressão já no primeiro jogo, com a torcida berrando em seu ouvido, gritando tira o Chris, tira o Lima, vamos mexe Ovelha. Muito sereno, o novo técnico do tricolor soube absorver as críticas e terá uma semana para mudar a postura de um time completamente inconstante entre o primeiro e o segundo tempo.

Willian, quem?

Pelo que se viu na Arena, em seu primeiro jogo, o meia Émerson fez muito mais que Willian. Armou, criou, lançou , correu muito e ainda ajudou na marcação quando o time estava com um jogador a menos. Mesmo sem entrosamento, o habilidoso meia tem tudo para ser o camisa 10 tão aguardado pela diretoria do JEC.

Que coisa feia.

O segundo tempo contra o Brusque foi de chorar. Levar pressão em casa de um time que luta para não cair é inadmissível. E não me venham com esta de que o JEC estava com um jogador a menos, porque lá em Criciúma, também com um a menos o tricolor foi buscar o resultado. Faltou postura, garra e vontade em defender a camisa tricolor.

Ovelha berrou!

O técnico do tricolor quase teve um “piripaque” na beira do gramado pedindo para os jogadores saírem da defensiva. Foram mais de trinta minutos de pressão do Brusque que não chegou ao empate, graças ao goleiro André e a péssima qualidade ofensiva do tal Bruscão. Por lá só salva Viola, que apesar de vovô, ainda tem um refinado toque de bola.

Adeus, Beto!

Por isto que eu concordo com Nereu Martinelli em não avisar a imprensa sobre as contratações do JEC, muito menos dar pista. Bastou ele falar que o jogador tinha atuado no Fluminense e Atlético Mineiro, para que o Orkut se encarregasse de achar o jogador. Descobriram que era o Beto, ele disse que vinha, a notícia se espalhou e ele desembarcou no Brasiliense. Entre jogar a Série B e a Série D, Beto não pensou duas vezes e parou na capital da corrupção brasileira.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Vitória apertada

O Joinville venceu agora pouco o Brusque por 3 a 2 num jogo que teve de tudo. O tricolor começou com força total e com o apoio da torcida, foi pra cima. Com menos de dez minutos o JEC já tinha levado perigo ao gol de Wender.

Aos 12 minutos, Lima girou e foi derrubado na área. Pênalti que ele mesmo cobrou com paradinha e fez. No lance o goleiro Wander machucou o antebraço e foi substituído por Marimon.

O JEC continuava pressionando. Com Eduardo bem pela esquerda e Tesser pela direita, o tricolor atacava muito pelas pontas, deixando o meio mais aberto para o estreante Émerson fazer seu jogo.

E deu certo. Aos 32 minutos, o garoto Eduardo foi levando, levando e do meio da rua soltou a bomba para fazer 2 a 0. Um golaço. A partir dali o Brusque se perdeu e o tricolor poderia ter feito três e até quatro.

Maldição voltou

A maldição do segundo tempo voltou a atacar os jogadores do tricolor na Arena. O Brusque veio para o tudo ou nada, e de tanto pressionar o tricolor, Viola aos 15 minutos da etapa final, acabou conseguindo um pênalti e a expulsão de Lacerda. Ele mesmo bateu bem e descontou.

Com um a mais, o Brusque era só pressão e só não fez o gol de empate, porque André fez duas defesas difíceis. Foram 25 minutos de massacre do Brusque. Pelo andar da carruagem, o gol do time visitante era questão de detalhes.

Recuado, apático, o Joinville era pressionado e não conseguia sair de seu campo defensivo. Até que num lance bobo Rogélio foi expulso aos 42. Com a quantidade numérica igual, as coisas se acalmaram e num contraataque, Charles foi derrubado dentro da área.

Ricardinho bateu e fez. Mas o torcedor ainda tinha de passar por mais um sufoco. Aos 47, Pantico cobrou a falta de longe e André aceitou, mas não havia mais tempo para o Brusque tentar o empate.

O JEC venceu o jogo, mas saiu de campo sob fortes vaias da torcida, que sabe que o tricolor não sofreu mais um empate, porque os sapos enterrados da Arena, estavam num gostoso sono de uma agradável segunda-feira.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mauro Ovelha assume o JEC

Foto divulgação site JEC

Como a coluna já havia anunciado antes, Mauro Ovelha é mesmo o técnico do Joinville. Nesta tarde  Nereu Martinelli convocou uma nova coletiva para falar da contratação do novo técnico e atender a imprensa.

A diretoria agiu rápido e na hora certa. Demitiu o uruguaio Sérgio Ramirez, no momento em que seu gás parecia ter acabado e o tricolor não jogava mais com aquela pegada que o consagrou campeão do primeiro turno. Nos últimos dois jogos (empate vergonhoso contra o Imbituba em casa e a goleada sofrida para o Figueirense) decretaram sumariamente a demissão de Ramirez.

E o óbvio aconteceu

Mauro Ovelha, horas após a demissão de Sérgio Ramirez, já era anunciado como novo técnico pelos lados da Inácio Bastos. Mas a contratação não soou de forma unânime nem entre os colegas de imprensa nem entre os torcedores do JEC, pela postura tática e técnica e outra pela falta de títulos importantes no currículo de Ovelha.

Dar tempo ao tempo

O amigo Karpano já está soltando fogo pelas ventas, queria Gilmar Iser. Outros queriam a volta de Artur Neto, mas pela coerência, precisamos dar tempo ao tempo. Mauro Ovelha vai realizar seu maior sonho; dirigir o Joinville Esporte Clube. E juntando a parte técnica com o “tesão” de treinar um dos maiores clubes do Estado (o maior de sua carreira como técnico) pode ser que ele apague a sina de ser vice no Catarinense.

O maior objetivo

Sei que muito vão chiar e reclamar. Mas o maior de todos os desafios de Ovelha é repetir exatamente a campanha que fez com a Chapecoense na Série D no ano passado, quando levou o Verdão do Oeste ao acesso a Série C, garantindo um calendário fixo. Se conseguir este feito aqui no JEC, será lembrado para sempre pela fanática torcida tricolor.

** material atualizado as 20 horas

Martinelli anuncia mudanças

    Foto: Paulo Caetano 

O homem forte do tricolor Nereu Martinelli anunciou a dispensa do técnico Sérgio Ramirez e do auxiliar Gilson Maciel.

E na mesma barca, foram quatro jogadores. O zagueiro Valença, que veio só para se tratar. O atacante Lino, que apesar de ter feito o gol da Recopa em São Paulo, não conseguiu manter uma regularidade. E os dois meias. Claudemir e Willian.

Claudemir até tinha uma regularidade maior, mas perdeu espaço para Ricardinho no meio campo e também acabou dispensado do elenco tricolor. E a mais acertada delas foi a dispensa de Willian. O salário mais alto do JEC, contratado para ser o camisa 10, o cérebro do time, em mais de um ano em Joinville não conseguiu se firmar na equipe principal e também acabou dispensado. Dos quatro a maior decepção por tudo que se esperava dele. 

Nereu mostrou que tem pulso firme e que não vai tolerar jogador que não demonstre raça e vontade de vestir a camisa do tricolor. 

Até quarta, a diretoria deve anunciar mais dois reforços, um deles para ser o tão esperado camisa 10. Enquanto para a comissão técnica, Mauro Ovelha deve mesmo ser anunciado até o final desta terça como técnico do Joinville. E junto também deve ser anunciado o retorno de Marcelinho.

Já Ramirez como me disseram os colegas da capital, teve seu prazo de validade encerrado. Não conseguiu mais impor seu estilo motivador e acabou perdendo o comando da equipe.

A decisão veio na hora certa. Se tinha um momento para mexer, era agora. Agora é tentar recuperar os pontos do returno para trazer a final para Arena. 

domingo, 7 de março de 2010

Goleada e luz vermelha na Arena

Em dois jogos na capital válido pelo Campeonato Catarinense o JEC levou 8 gols e fez 1. Primeiro foram cinco do Avaí e agora os 3 a 0 que levou do Figueirense.

O relaxamento era esperado pela conquista do turno (normal em qualquer equipe), mas se analisarmos que o tricolor não vence a seis jogos, as preocupações começam a rondar a Arena.

O fantasma do ano passado volta, quando Gelson da Silva foi perdendo o controle da situação e quando a diretoria se deu conta, o tricolor tinha perdido o Catarinense e a tão sonhada vaga para a Série D.

Na goleada sofrida para o Figueira, muita coisa precisa ser avaliada e primeiro Ramirez deve ter uma conversa bemmmmm séria com os atletas e depois a diretoria também precisa cobrar Ramirez, tudo numa escala de hierarquia.

A perda de Carlinhos Santos ainda no primeiro tempo lesionado, deixou um buraco no meio da defesa do JEC, ma nada que justifique o banho de bola que o tricolor levou. O JEC não chutou uma bola perigosa em gol. O médio goleiro Moreno não fez nenhuma defesa, nada.

A diferença é que lá eles tem meia de criação. E por sinal com o mesmo nome que o do tricolor, Willian. Mas a diferença entre o daqui e o de lá é a vontade de jogar, a técnica apuradíssima ( o Willian do tricolor já jogou muita bola, mas hoje não está jogando nada), além do menino de Floripa chamar a responsabilidade para si e enfrentar os zagueiros no mano a mano.

Joinville precisa urgentemente de um cara assim. O JEC entrou com três atacantes, Leandro Costa, Chris e Lima e mesmo assim não chutou uma bola em gol. Por que? Leandro Costa até tentou fazer o meio, a função de armador não deu. Depois Eduardo tentou fazer está função, não deu. Sem um cara para fazer a ligação, a bola vai lá de trás na base do chutão pra frente.

O lance mais perigoso que o tricolor fez foi uma cabeçada de Chris, numa falta cobrada na área. Do resto o tricolor viu o Figueira fazer 3 a 0 e não fosse a displicência em dois lances, o Figueira poderia ter feito mais.

É hora de acertar os ponteiros, porque o Avaí já está a seis pontos do tricolor na classificação geral e a decisão hoje está mais perto da capital do que da Arena. Isto porque o Figueira também já ultrapassou o JEC na classificação geral.