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quarta-feira, 9 de março de 2011

Lance do gol do Figueira


Foto lance do gol na falta de Breitner

segunda-feira, 7 de março de 2011

O empate em Brusque


O empate na terra das malhas, até que não foi tão ruim. Mesmo jogando fora de casa, o Joinville tinha um leve favoritismo na partida.

Apesar do tricolor ter a estréia de alguns atletas (Gilton, Matheus e Jonatas), mas a base do time era a mesma e Giba teve quase vinte dias para arrumar a casa.

E o leve favoritismo se dava pelo fato do Brusque estar com cinco desfalques, entre eles Aloísio Chulapa, o homem de referência, que fazia o pivô na frente.

Sem ele o time da casa perdeu  muito no poder ofensivo, principalmente nas jogadas aéreas.

Já pelo lado tricolor algumas boas estréias. Gilton foi bem na ala esquerda. Matheus apesar da discreta partida jogou mais para a equipe do para ele. O guri tem uma boa saída de bola. Precisa melhorar um pouco a questão da marcação, mas coisas que se corrige com o tempo.

Já Max vem melhorando de produção a cada partida e dando a impressão que aquela partida contra o Metrô, foi realmente um "aborto da natureza".

Mas quem mais chamou atenção foi Fernandinho. Giba parece ter achado sua função em campo, como meia esquerda. Ontem correu, marcou e atacou muito bem. Sem dúvidas a melhor partida dele com a camisa tricolor.

No primeiro tempo, o Brusque começou forte, na pressão, mas logo o JEC equilibrou o jogo e teve uma chance clara de gol com Ramón para abrir o placar.

Na seqüência Willian, ex-JEC também perdeu um gol dentro da pequena área. Com o campo muito pesado e escorregadio, o primeiro tempo ficou truncado no meio campo.

Já na segunda etapa, o JEC foi bem até os 25 minutos, depois cansou. Gilton não apoiava mais com o mesmo ímpeto, assim como Fernandinho, Daniel e Jonatas.

O Brusque então colocou Lenílson (aquele mesmo do Ibirama) e Paulinho. O time perdeu em estatura, mas ganhou muito em velocidade. A partir dos trinta minutos uma verdadeira pressão.

Mas aí apareceu Max que segurou o empate até o apito de Jefferson Schmidt. Falando nisto, a Federação Catarinense de Futebol deveria assistir a partida. O árbitro raramente está perto dos lances mais polêmicos, sempre contanto com o auxílio dos bandeiras. Poderia ter complicado a partida.

Lances Brusque 0 x 0 JEC

quinta-feira, 3 de março de 2011

A situação: Lima x Nereu



Um dos melhores atacantes do Estadual, porém com uma cabeça pequenina que o impede de despontar, está vivendo talvez sua pior fase no Joinville Esporte Clube. 

Lima já passou por escândalos, como brigas em baladas, processos judiciais e rachas de grupo, mas superou tudo isto metendo a bola para a rede e tornando-se o maior artilheiro da Arena. 

Mas a fase agora não esta nada boa para ele. Separação, racha no grupo por salário, faltas nos treinamentos e o fraco rendimento dentro de campo podem colocar um "fim" na relação de paternidade entre Lima e Nereu. 

O dirigente não atendo o celular quando Lima liga. Lima por sua vez não treina de "birra". Lima reclama do alto salário de Fernandinho sem jogar, e também resolve dar migué. 

Lima diz ter propostas para ir embora. Nereu afirma que não recebeu nenhuma ligação. Alguém aí está mentindo. 

O fato é que a paciência dos diretores com Lima chegou ao fim. Ou joga, ou certamente será novamente negociado com algum clube por aí. 

Nereu começa a provar do próprio veneno. Bajulou com carros, protegeu quando tinha que punir no caso da briga em baladas. Liberou o atleta sempre quando ele quis e agora perdeu o controle. 

A Nereumania está acabando. Só não vê quem não quer. A torcida começa a entender que Nereu hoje não é nem sombra daquele dos anos anteriores.

Mais a vaidade de Nereu não vai o deixar sair do JEC antes de subir pra Série B. A hora que o tricolor conquistar o acesso, Nereu larga o osso, e sairá dizendo; "Foi eu quem colocou o JEC na B, agora é só tocar".

A única coisa que o torcedor espera, é que este acesso não demore tanto... 

quarta-feira, 2 de março de 2011

Coluna da semana no Jornal Gazeta de Joinville

Coluna desta semana no Jornal Gazeta de Joinville


Para acessar a coluna desta semana, basta clicar no link acima. 

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Joinville apresenta meia

Foto: Paulo Caetano

O JEC aprensentou agora  pouco na Arena Joinville mais um reforço para o Campeonato Catarinense.

Trata-se do meia Tiago Real que veio do Coritiba por empréstimo até o final do Catarinense. Na coletiva disse que atuou em várias funções como meia, volante e já jogou até como lateral.

Porém o meia afirmou que esta há sete meses sem jogar uma partida oficial, mas garante que está em plena forma física e que ajudar o tricolor a conqusitar o returno.

E é bom mesmo estar em forma, porque o returno é um campeonato de tiro muito rápido e seu contrato a princípio é de apenas três meses.

Se o foco é a Série C, para que tazer um atleta que esta sem jogar a sete meses e com foco no Estadual?

Tem coisas que acontecem no JEC que nem Froid explica...

Tigre é campeão na Capital

Eita Figueira. A história não mente e o Figueira adora perder decisão em casa.

Se Giba não percebeu o Figueira (escalando um time sem entrosamento) jogar quando levou aquela sapecada na Capital na semana passada, desta vez foi Márcio Goiano leva um belo nó tático.

Guilherme Macuglia fez o que Giba deveria ao menos tentar. Neutralizar Maicon e Fernandes. O Alvinegro perdeu completamente o poder de criação e a bola não chegava em Breitner e Héber na frente.

O Criciúma adiantou a marcação, impedindo as constantes subidas de Juninho e Túlio. E com Fernandes bem marcado o Figueirense perdeu seu poderio ofensivo.

Alias, que falta faz o Reinaldo na frente. Héber ainda não é o camisa nove que o alvinegro precisa.

Mika fez um golaço de falta de deu a vaga na grande final e na Copa do Brasil do ano que vem. Já o Figueira vai ter de lutar pelo returno.

Márcio Goiano pecou ao tirar Breitner para colocar Wellington. Depois disto as jogadas do Figueira se resumiam a chutões em direção a grande área. Serviu para consagrar a boa defesa do Tigre.

Carlinhos Santos mostrou que é um líder de campo. Marrento, ele luta, discute, está sempre em cima do árbitro. E Schwenck deu uma aula de raça e disposição.

Por várias vezes a bola não chegava nele, mas ele estava correndo, lutando e não parado lá na frente esperando a bola chegar. As vezes a raça fala mais alto que a técnica nos dias de hoje e o atacante do Tigre mostrou isto.

Para o returno as coisas ficarão um pouco mais complicadas para o tricolor já que Avaí e Figueira vem "loucos" para conquistar uma vaga na final.

Se bem que o JEC pega os dois na Arena. Se fizer o "serviço" em casa, o torcedor poderá até sonhar um pouco mais no returno.