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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A demissão de Leandro Machado

Era uma da madrugada quando veio a notícia. O técnico Leandro Machado estava fora do comando do tricolor.

Claro que a corda sempre estoura para o lado mais fraco. Após a derrota para o o Marcílio Dias, na coletiva Leandro deixou nas entrelinhas que estava saindo do clube.

Falou que era mais fácil trocar um do que onze e que no futebol as coisas funcionam na base do resultado.

Sinceramente não concordo 100% com a demissão. O problema não é o técnico Leandro Machado e sim os hábitos que perduram dentro do Joinville Esporte Clube há anos.

Já dizia Einstein " É tolice fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferente" Por isto insisto que o problema do JEC é maior, é a nível de diretoria.

Por que Moisés Cândido não manda em nada? Por que ele não pode demitir os atletas que gostaria?

Porque acima dele está o diretor de futebol Nereu Martinelli. Empresário de jogador, e que insiste em colocar Marcelo Silva, Pantico e Lima no elenco do Joinville.

Volto a dizer, levaram um baita susto no final do ano que por enquanto não serviu de lição nenhuma. Não usaram a vergonhosa derrota para o América na Série D como lição para evitar novos erros.

Os diretores precisam mudar a postura, a forma de comandar o clube. Precisam entender que quem escala o time é o técnico e quem cobra é o gerente de futebol.

E como diria Cristiano Alves, lembra-se do Barbieri que saiu daqui escorraçado? Ele tinha razão. Falta profissionalismo para o Joinville Esporte Clube.

No mais, Pantico, Zanuto, Marcelo Silva poderiam nem se reapresentar na Arena Joinville...

Lances Joinville 0 x 2 Marcílio Dias

domingo, 23 de janeiro de 2011

Joinville vence fácil o Uberlândia


A defesa voltou a funcionar bem e o Basquete de Joinville fechou o primeiro turno do Novo Basquete Brasil em grande estilo. Na manhã deste domingo, a Araldite/Univille bateu o Uberlândia – concorrente direto pelas primeiras posições – por 92 a 66.

Os comandados de Alberto Bial fecham a etapa inicial do NBB com 10 vitórias em 14 partidas. Os rivais ainda têm compromissos por fazer, mas a possibilidade de o Joinville terminar entre os três melhores é excelente.

Contra o Uberlândia, a Araldite/Univille começou de maneira completamente oposta em relação ao jogo anterior, contra o Brasília. Se contra os atuais campeões a equipe entrou dispersa, desta vez foi diferente.

 Com Paulinho inspirado (ele marcou 16 pontos no primeiro quarto), o Joinville disparou no placar e venceu o primeiro período por 30 a 20. Paulinho foi o cestinha da partida com 19 pontos – 42% de aproveitamento nos três pontos (3/7) e 83% de aproveitamento nas bolas de dois pontos (5/6).

À frente no placar, o Joinville dominou as ações e teve tranqüilidade para ampliar a vantagem, sem dar chances de reação ao adversário. A defesa sólida também foi o ponto forte do time na manhã deste domingo.

Além de limitar o Uberlândia a apenas 66 pontos, a Araldite/Univille combateu com eficiência uma das principais armas do adversário, a bola de três pontos. O time mineiro arremessou 24 bolas de longe e converteu somente duas (aproveitamento de 8%).

Depois do primeiro quarto, a diferença de pontos entre as equipes jamais se reduziu a menos de 10 pontos. Bial aproveitou os jogadores do banco de reservas e o Joinville provou, novamente, que tem um grupo forte.

A pontuação dos jogadores reservas representou 45% do total de pontos do time. Os destaques foram o ala/armador Schneider (que converteu quatro bolas de três pontos em seis tentativas), com 12 pontos, o pivô Coloneze, com 11 pontos, e o ala Audrei, com 13 pontos (5/6 nas tentativas de dois pontos e 5/5 nos lances livres). Sete jogadores do Joinville atingiram mais de dois dígitos no quesito eficiência.

A Araldite/Univille volta à quadra pelo NBB diante do Bauru, no interior Paulista, em 4 de fevereiro.

JEC x Marcílio Dias

Depois de dois anos, o tricolor volta a enfrentar o Marcílio Dias. As situações são um pouco diferente. O JEC precisa mostrar o porquê dos altos investimentos em contratações e apagar o baile que levou do Figueira na última rodada.

Já o Marinheiro vem para Joinville em busca do improvável, uma vitória. Se der muita sorte, sairá hoje da Arena com um pontinho, o que nas circunstâncias do Marcílio Dias é um ótimo negócio.

O JEC é sim favorito. Mesmo sem o cabeça-de-bagre Lima expulso infantilmente, Ramon, Fernandinho devem dar conta do recado.

Espero que o técnico Leandro Machado tenha resolvido o problema no meio campo. Zanuto e Dias destoam muito do time.

O zagueiro Renato Santos machucado dá lugar a Fernando. E Paulo Sérgio pode fazer seu último jogo como titular do Joinville Esporte Clube, já que Max dever ser o titular natural da posição.

No mais, acho que os três pontos, virão ao natural para o tricolor.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Araldite/Univille perde para Brasília

O Basquete de Joinville não resistiu à força do atual campeão brasileiro e da Liga Sul-americana e foi derrotado na noite desta sexta-feira por 91 a 81.

A Araldite/Univille encostou no placar em diversos momentos da partida, mas o Brasília soube controlar as ações nos momentos capitais.

 O armador Nezinho e o ala/pivô Guilherme Giovanonne, inspirados, foram os principais pontuadores do jogo – 21 pontos cada um.

O ponto crucial foi aconteceu no final do terceiro quarto, quando o time joinvilense ficou a apenas dois pontos de Brasília, mas no último quarto, os candangos cresceram novamente no jogo e aumentaram a diferença para dez pontos e foram cadenciando o jogo até o final.

Joinville arriscou e perdeu muitos arremessos da linha dos três pontos, enquanto isto, aos poucos, Brasília ia fazendo o seu trivial.

Mas uma vitória amanhã contra o Uberlândia, já recoloca a Araldite/Univille no caminho certo novamente.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

JEC contrata Max

Foto: Assessoria de Imprensa JEC

Nereu Martinelli foi ao aeroporto buscar a possível solução para os problemas no gol do Joinville Esporte Clube. O goleiro experiente Max, chegou a pouco e já foi apresentado no Blue Tree Towens

O Joinville acertou a contratação do goleiro Max, 35 anos. Conhecido no cenário do futebol nacional, ele chega para agregar segurança e experiência ao gol do Tricolor.

Max defendeu o Vila Nova-GO nas últimas três temporadas, onde foi ídolo. Em 2010, teve papel decisivo na permanência do Vila na Série B do Campeonato Brasileiro. O clube goiano escapou do descenso na última rodada. O contrato firmado entre o JEC e o goleiro é válido até o fim de 2011.

Revelado pela Portuguesa da Ilha (RJ), Max passou grande parte da trajetória esportiva no Rio de Janeiro, sua cidade-natal. O auge da carreira veio no Botafogo. Max defendeu o alvinegro carioca por seis anos. Neste período, conquistou o título do Campeonato Carioca, da Taça Guanabara e da Taça Rio.

Ficha

Nome: Maxlei dos Santos Luzia
Apelido: Max
Data nascimento: 27/02/1975
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Idade: 35 anos
Altura: 1, 85 m
Peso: 87 quilos
Clubes anteriores: Portuguesa de Ilha (RJ), Bangu (RJ), Friburguense (RJ), América (RJ), Botafogo (RJ), Vila Nova (GO).
Principais títulos: Taça Guanabara, Taça Rio e Campeonato Carioca (Botafogo)

Figueira goleia JEC ao natural

Pelo que vi no domingo, o JEC era ainda um time muito entrosamento, mas que na base da raça virou pra cima do bom time do Brusque. Esta raça aliada as entradas de Fernandinho e Lima na partida, poderiam surpreender o Figueirense. Ficou no poderiam.

Com Zanuto e Dias no meio campo tricolor, o alvinegro passeou. Breitner e Herber, sempre alternando de lado confundiam o meio campo, e com isto a zaga tricolor ficava sobrecarregada, ainda tendo que se preocupar com Reinaldo e Maicon que vinha como homem surpresa.

O jogo começou com o Figueira abrindo  o placar logo aos 3 minutos. Juninho levantou a bola na área, a bola desviou em Souza e Renato colocou no fundo do gol.

O tricolor sentiu o gol e depois só deu alvinegro, que aos 21 minutos fez o segundo com Breitner. Após receber o passe de Maicon, o camisa 10 do Figueira bateu colocado. Paulo Sérgio até espalmou, mas não evitou o segundo gol.

Leandro Machado então sacou da equipe Rodeio para colocar Daniel na direita. Eduardo cairia na esquerda e Fernandinho ficaria liberado para jogar mais como ala/armador.

Um erro capital, porque a zaga ficou ainda mais descoberta e o Figueira, se tivesse aproveitado as oportunidades, poderia terminar o primeiro tempo com um placar ainda maior.

Segundo Tempo

Edinho voltou no lugar de Aldair, e logo teve uma chance grande para descontar, mas isolou a bola.

Aos seis minutos, Lima mostrou porque nunca irá se firma em time grande do Brasil. Um baita atacante, mas com uma cabeçinha de dar dó. Infantilmente, o atacante deu uma cotovelada no zagueiro Renato e foi direto pro chuveiro.

O que já estava fácil, virou um passeio. Heber saiu para entrada de Wellington. Aos 11 minutos, após receber cruzamento, o mesmo Wellington deixou o seu de letra, um golaço. A goleada começava se desenhar.

Sem Lima a referência na frente foi embora e o Figueira apenas administrava a boa vantagem conquistada em casa. A coisa ficou ainda pior aos 41 minutos, quando Fernando Miguel de falta acertou o canto de Paulo Sérgio e marcou o quarto gol, fechando a goleada. Figueira 4 x o JEC.

Lima mais uma vez deixou a desejar, tem um futebol refinado, mas uma cabeça curta, curta... Fernandinho ainda precisa melhorar muito. Ramon fez o trivial. Souza e Paulo Sérgio falharam muito e Eduardo definiu tudo no final do jogo “Levamos um baile aqui hoje”...