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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Roberto Alves

O amigo leitor, algum dia já escreveu um mensagem de texto, uma carta ou disse alguma coisa com raiva, aquele chamado escrever com o “fígado”. Pois é, foi isto que Roberto Alves, colunista do Diário Catarinense fez. Ao invés de enaltecer o título do tricolor, falar do esquema tático do jogo, das péssimas substituições do Avaí né Chamusca (deixar Roberto e Sávio no banco, num jogo onde precisava prender a bola lá na frente), ele apenas tentou achar defeitos no jogão entre JEC e Avaí.

Roberto “capital” Alves

Durante todo o início desta semana, ele criticou o JEC. Primeiro falou dos gandulas, depois de Sérgio Ramirez, depois da invasão pacífica para comemorar (que Roberto Alves insinuou que o torcedor poderia agredir os jogadores avaianos). Apesar de ser Figueira roxo, Roberto se mostrou extremamente bairrista ao defender o Avaí, clube da sua amada Capital. Sobrou até para José Acácio da Rocha.

Roberto x Charles Fischer

Na sua coluna no DC, Roberto Alves mentiu sobre a narração de Charles Fischer. Roberto coloca que Charles narra o gol com “Chupa manezada, chupa”. Quem o conhece e acompanha sabe que em Todos os gols, não importa o time ele sempre fala “ Chupa Ibirama, Chupa Metrô” chupa que o limão é azedo. É uma forma de deixar sua marca durante as transmissões, assim como o Cléber Machado sempre fala “oooooo prooo fundo do golll” em todos os gols.

Roberto x Charles Fischer 1

Contra o Avaí, Charles falou golll é JEC... Chupa Avaí, chupa que o limão é azedo. Ao meu ver, não faltou com respeito. Mas eles podem chamar o torcedor jequeano de bailarina, time de verão né Roberto? Será que o Roberto “capital minha vida” Alves ouviu o gol do Inter contra o São Paulo na final da Libertadores na narração da Rádio Gaúcha; “O Inter liquida o São Paulo, o Inter rasga a camisa do São Paulo e pisa em cima dela, o Inter humilha o campeão do Mundo”. Tá lembrado Robertinho?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

JEC nas manchetes pelo Brasil

O lance do gol de empate do tricolor foi tão emocionante que rodou quase todos os programas pelo Brasil. No Fantástico (com direito a gozação com o torcedor avaiano que estava fazendo o chororô antecipado e depois ficou quietinho), Bom Dia Brasil e nos vários programas do Sportv inclusive na abertura do Bem Amigos, com Galvão Bueno.

O JEC enfim voltou a ser manchete nacional de depois de longos anos. Talvez não pelo título em si, mas pela forma guerreira, valente e empolgante como foi conquistada. Num “pombo sem asa”, como se diz no jargão do futebol de Ricardinho, que fez a Arena quase vir abaixo. E aquela máxima ainda continua mais verdadeira do que nunca, que o jogo só termina, quando o juiz apita. Agora o tricolor espera “sentado” o adversário que virá para a grande e decisiva final.

Ramirez

De Judas à herói. Aos 45 do segundo tempo tinha gente atrás do banco de reservas dizendo coisas que a mãe dele, não merecia ouvir. Gente reclamando do Chiquinho que não jogou, Willian. Mas foi só o JEC empatar para Ramirez se tornar o rei do JEC por uma noite. Por isto o futebol é tão apaixonante. Literalmente em 10 segundos o cara vai do inferno ao céu.

Carlinhos Santos

O que está jogando o cão de guarda Carlinhos Santos é uma barbaridade. Desarma sempre na bola, sai pro jogo de cabeça erguida, é um primeiro volante para muito time de Série A. A qualidade técnica e o posicionamento de Carlinhos Santos melhoraram muito do último ano para cá. É sem dúvidas, um dos grandes responsáveis pelo título do turno do Catarinense.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Para lavar a alma

O torcedor jequeano adora, quando os gols do tricolor aprecem na mídia. E desta vez a coisa foi bonita. Gols no Fantástico, Sportv, Bom Dia Brasil e mais um monte de programa Brasi afora. É o JEC voltando ao cenário nacional.

Hoje no centro da cidade, a quantidade de camisas do tricolor estampada no peito do torcedor era lindo de ser ver. Imagina quando o JEC conquistar o Estadual então como vai ser? Loucura, loucura, loucura....

domingo, 21 de fevereiro de 2010

É, campeão!

Ricardinho, autor do gol do título, ergue a taça (Foto Paulo Caetano)

Um jogo digno de uma final histórica. Aquelas para ser lembrada por bons e longos anos. Para servir de exemplo, o dito futebolístico que o jogo só acaba quando termina. Na Arena, agora pouco teve tudo isto e mais um pouco.

O tricolor jogava pelo empate contra o Avaí, adversário qualificado, nível Série A e que havia goleado o mesmo tricolor por 5 a 1 na Ressacada. Mas agora era diferente, era a final do turno e valia uma vaga para a grande final.

O JEC até tentou aquela famosa blitz no começo do jogo, mas o nervosismo e a boa defesa azurra dificultaram as coisas para o tricolor. José Acácio da Rocha, não marcou pênalti claro em cima de Lima, que daria outros rumos ao clássico.

Mas no balanço geral, o tricolor foi melhor no primeiro tempo, chegando mais perto de abrir o marcador.

No segundo tempo, o torcedor ficou meio apreensivo pela falta de regularidade tricolor. E o Avaí voltou melhor e explorando muito o lado direito do JEC. E foi por ali que Patric, driblou César Prates e fez um belo gol.
Neste Catarinense em casa o JEC nunca havia passado pela necessidade de buscar um resultado adverso.

Depois do gol, o Avaí foi recuando. E o tricolor era só pressão. A partir dos trinta o jogo ficou aberto, com o Joinville indo pra cima e o Avaí jogando no contraataque. E se não fosse a displicência em alguns contragolpes, a azurra poderia ter matado o jogo. Claro que os avaianos vão reclamar eternamente do pênalti não marcado em Medina. Como no Lima ele não marcou, o do Medina passou em branco.

E o tempo ia passando e o desespero nas arquibancadas também. Com força total o JEC ia para frente. Porém aos 48 e 30s, Patric roubou a bola e tocou fraquinho. A bola foi alçada na área e no rebote, Ricardinho soltou a bomba para empatar o jogo e dar ao JEC o título de Campeão do Primeiro Turno.

A Arena quase veio abaixo e a torcida pode enfim comemorar a vaga garantida na final em cima de um dos maiores rivais. Um jogo, certamente para ficar na memória. Parabéns JEC!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Agora é pra valer

O Avaí venceu o Ibirama na Ressacada digamos, ao natural. Em nenhum momento do jogo, o leão da ilha foi pressionado pelo Atlético que se acovardou diante do representante catarinense na elite do futebol.

A final mais esperada do turno vai mesmo acontecer no domingo na Arena. Joinville e Avaí tem tudo para ser uma final que há anos não se via. Os dois times estão bem nivelados. A diferença para o tricolor é jogar pelo empate e dentro de casa. Para o Avaí a tranquilidade de um time que disputa a Série A e acostumado a constantes decisões.

O clima de revanche está no ar, porque aquele baile na Ressacada, ainda está atravessado na guela dos tricolores. Basta não sofrer gols que o tricolor já estará na final e o segundo turno vai servir mais como laboratório.

Mas se vacilar, vai encontrar um Figueirense e um Criciúma disposto a incomodar no returno. Favorito? Neste jogo não. Se o tricolor jogar nos dois tempos o que jogou no primeiro contra o Metrô, dificilmente será derrota. O problema é o tal segundo tempo... Aguardemos ansiosos pelo jogão de domingo a noite.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vaga garantida na final

O tricolor garantiu vaga na final ao empatar agora pouco com o Metropolitano em 2 a 2. Apesar de sair na frente, o tricolor permitiu que o Metrô empatasse no final da partida, mas como jogava pelo empate por ter feito melhor campanha na primeira fase, carimbou o passaporte para final.

Agora fica assistindo a partida entre Avaí e Ibirama hoje a noite, para definir quem será o adversário do tricolor na final, domingo as 17 horas na Arena Joinville.

Apesar de ter a vantagem do empate, o Joinville foi pra cima do Metrô e aplicou uma verdadeira blitz no primeiro tempo que resultou em gol de Lima de cabeça na metade do primeiro tempo e outro de Ricardinho aos 42.

Falando nisto, há tempos o JEC não fazia um primeiro tempo tão bom e com regularidade. Carlinhos Santos, Samuel, Chiquinho e Lima foram os detaques do tricolor no primeiro tempo.

Willian, mais uma fez não mostrou porquê deve ser o camisa 10 do Joinville.

No segundo tempo, o Metropolitano fez um aos oito minutos, após falha de Willian. Aí  Ramirez novamente resolveu retrancar a equipe tirando Lima para colocando Claudemir. Com quatro volantes, o tricolor foi bombardeado pelo Metrô que pressionou, pressionou, mas só fez aos 48 minutos de jogo.

Sorte do tricolor que após o gol, o árbitro José Acácio da Rocha encerrou a partida e o tricolor garantiu a vaga na final do turno.

Valeu claro pela classificação, mas para muitos que estavam na Arena acreditem, este time ainda não convenceu.

Abaixo a avaliação do desempenho dos atletas;

Fabiano7 - Fez importantes defesas e não teve culpa nos dois gols do Metrô.

Eduardo - 5 - Pelo que vinha jogando, esperava mais força ofensiva. Sentiu a presença de Tesser no banco.

Samuel - 7 - Seguro lá trás. No único momento de bobeira, o Metrô fez o primeiro gol.

Lacerda - 7 -  Jogou o de sempre. Muita pegada lá trás. Não complicou.

Chiquinho6 - Jogou o primeiro tempo muito bem, mas seu rendimento cai no segundo.

Carlinhos Santos8 - É o coração do time. Marca, lança, desarma, corre. Sem ele o JEC certamente teria sofrido o empate bem antes.

Paulinho Dias - 6 - Não tão eficaz quanto Carlinho Santos, mas não comprometeu.

Ricardinho - 7 - Correu, marcou e deixou o seu. A cada jogo vai mostrando porquê tem de ser titular.

Willian - 5 - Apesar de terminar uma partida inteira pelo JEC se arrastando, ainda não mostrou porque merece ser o camisa 10.

Chris - 7 - Ajuda muito o ataque prendendo a bola lá na frente. Puxou a marcação pelos lados do campo, facilitando a vida de Lima.

Lima - 8 - Fez o seu e assim como Chris ajudou muito a prender a bola lá na frente. Bobeou com ele é caixa.

Tesser - 6 - Entrou no segundo tempo e não comprometeu.

César Prates - 6 - Ajudou o meio campo e deu algumas investidas no ataque.

Claudemir - 5 - Faz tempo que o motorzinho vem deixando a desejar na marcação.

Sérgio Ramirez - 5 - Apesar da classificação, recuou muito o time e poderia perder uma classificação garantida.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Dia de decisão


O tricolor jogará pelo empate para passar para a final do turno e garantir uma vaga na final. Mas Sérgio Ramirez sabe que o Metrô evoluiu muito nestas duas últimas semanas e deverá ter uma atenção redobrada em cima de Trípodi e Leandrinho. O meia Paulo Santos chegando de trás também merece atenção destacada.

Ao time de Blumenau só a vitória interessa e certamente eles virão com tudo para cima do tricolor. Willian, se souber aproveitar os espaços no meio campo poderá comandar os contraataques e consequentemente uma vitória.

A matemática é clara e lógica. Se Fabiano não tomar gols, o tricolor passará para a final, possivelmente contra o Avaí. Mas, futebol é futebol...