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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Dia de decisão


O tricolor jogará pelo empate para passar para a final do turno e garantir uma vaga na final. Mas Sérgio Ramirez sabe que o Metrô evoluiu muito nestas duas últimas semanas e deverá ter uma atenção redobrada em cima de Trípodi e Leandrinho. O meia Paulo Santos chegando de trás também merece atenção destacada.

Ao time de Blumenau só a vitória interessa e certamente eles virão com tudo para cima do tricolor. Willian, se souber aproveitar os espaços no meio campo poderá comandar os contraataques e consequentemente uma vitória.

A matemática é clara e lógica. Se Fabiano não tomar gols, o tricolor passará para a final, possivelmente contra o Avaí. Mas, futebol é futebol...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Willian

Contratado a peso de ouro no ano passado, o meia Willian desembarcou na maior cidade do estado para ser o cérebro do time, o cara que iria organizar a equipe, e quando houvesse necessidade, o cara para desequilibrar lá na frente. No Catarinense se machucou logo no início do turno e até chegou a voltar no quadrangular final, mas seu desempenho foi pífeo (assim como de todo o elenco) e o tricolor perdeu a vaga na Série D.

Nereu acreditou!

Nereu bancou ele até o final do ano, mas na Copinha Santa Catarina, as benditas lesões novamente afastaram Willian do time principal. Cobrado pela coluna, a lesão que demoraria 20 dias para cicatrizar, resolveu-se em 10. Ai veio o Catarinense deste ano e a esperança que este seria o ano do JEC e principalmente do meia Willian, que sabe que está em débito com o torcedor.

Chega de lesões?

Que nada. Nova lesão e mais três rodadas longe de campo, quando o JEC precisava. Mas depois do baile que o JEC levou na Ressacada, novamente Willian melhorou rapidinho das lesões e está pronto para jogar. A torcida já chama Willian de chinelinho e até canela de vidro, porque o tricolor precisa de um meia ofensivo urgente e com Willian no departamento médico direto a coisa fica feia. Já está mais do que na hora de Willian apagar está má impressão que deixou até agora com os torcedores do tricolor. O que se espera dele? Que ele chame a responsabilidade e comece a ganhar partidas “importantes” pelo JEC

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Venceu mas não convenceu

Foto: Juca Miguel

O JEC goleou agora pouco o coitado Juventus por 3 a 0. Mas acreditem, o time saiu vaiado de campo. O tricolor jogou da mesma forma apática de quando foi goleado pelo Avaí, a diferença é que pegou uma equipe destroçada do gol ao ataque. 

E olha que o Juventus perdeu pelo menos quatro chances claríssimas de gols. Se tivessem um meio Cris, o placar teria sido diferente. A prova desta apatia tricolor, foi após o apito final. O goleiro Fabiano foi extremamente ovacionado pela torcida tricolor, que viu que o placar de 3 a 0 não mostrou o que foi o jogo.

Com a vitória, o tricolor praticamente encaminhou o primeiro lugar. Joga por um empate em Chapecó. Isto porque o Avaí perdeu para o Atlético de Ibirama por 3 a 1. Já a surpresa ficou por conta do Metrô que venceu o Brusque e embolou a classificação.

Se não mudar a postura em campo, o tricolor poderá perder o turno mais ganho dos últimos anos. E o Willian hein? Se aquilo que vi na Arena agora pouco é tido como cérebro do time, então o JEC precisa repensar um pouco.

Classificação

1- Joinville 18
2 - Atlético Ibirama 16 
3 - Metropolitano 15
4 -  Avaí 15 
5 - Imbituba 12 
6 - Figueirense 11
7 -  Criciúma 11
8 -  Brusque 9
9 - Chapecoense 7
10  - Juventus 1




domingo, 7 de fevereiro de 2010

5 a 1, fora o baile...

O JEC foi goleado agora pouco pelo Avaí na Ressacada pelo placar de 5 a 1. E se não fosse as inúmeras defesas de Fabiano o placar poderia ter sido bem mais elástico. O tricolor estava apático em campo, mas do outro lado pegou um Avaí decidido a mostrar porque está na elite do futebol brasileiro.

Muitos vão chiar até dezembro da falta fora da área que o juiz marcou pênalti. Mas do jeito que o Avaí jogou, se não fosse de pênalti, seria pela direita, pela esquerda, pelo meio. O buraco que o técnico Sérgio Ramirez deixou no meio do time foi fatal.

Este mesmo erro aconteceu contra o Metrô na quinta, mas Ramirez foi salvo pelo zagueiro Samuel que numa jogada isolada achou Lacerda na área e assim o tricolor abriu o caminho para a vitória.

Sem Willian “canela de vidro” já chamado pelos torcedores, e com Rafael Bittencourt negociado com o futebol português, o JEC ficou sem meia de ligação e novamente a bola ia da zaga para o ataque.

O uruguaio Ramírez escalou a equipe com três volantes (Carlinhos Santos, Paulinho Dias e César Prates) e deixou Ricardinho na função de armar as jogadas. Resultado? Um chocolate pro Avaí. O senhor César Prates por enquanto não disse há que veio. Foi contratado a peso de ouro e fazer uma partida bizarra como a de ontem é pra acabar mesmo. Claro que ele estava na posição errada, mas quando caia pelas laterais sua atuação foi medonha também.

E o ataque com Lima e Leandro Costa não funcionou. Lima não estava afim de jogo. Não correu, não atacou, estava com a cara do JEC, apático.

Santo “Dios”, o tricolor perdendo por 3 a 0, levando um banho de bola e o que o “super técnico miss simpatia” fez? Tirou Lima para colocar Claudemir e mais tarde César Prates pra colocar Renato Santos. Com o time retrancado o massacre só não foi maior porque o Avaí perdeu muitos gols e Fabiano salvou mais alguns. Detalhe que o Lino estava na arquibancada e poderia ter sido relacionado, já que o Cris estava suspenso.

A goleada serviu pra mostrar que o elenco do JEC não é tudo isto e também que existe sim um racha interno no grupo e Sérgio Ramirez não tem mais o grupo na mão.

O que se espera da diretoria é cobrar alguma atitude, porque tem jogador que faz tempo que ta dando o chamado migué. E agora Ramírez? Fazer o torcedor passar um vexame deste para um dos maiores rivais...

E no final do jogo tinha avaiano cantando um forró para os jogadores do tricolor “Pode o ano passar e a te nevar, pode chover, relampejar, dos 5 a 1 na Ressacada eu vou lembrar” E durma com um barulho deste...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Líder e favorito do turno

Fotos: Jéssica Miranda

Agora pouco o tricolor bateu o Metropolitano na Arena pelo placar de 3 a 1, na base da garra e da superação.  Jogando com três volantes e sem meia de criação o Joinville tinha dificuldades para criar jogadas e a as bolas iam na base do chutão da defesa para o ataque.

Prova disto, foi o primeiro gol do tricolor. O JEC até tinha mais volume de jogo, porém não conseguia traduzir este volume em chances de gol. Até que o zagueiro Samuel, em bela jogada individual driblou três jogadores do Metrô e cruzou para o também zagueiro Lacerda completar.

Festa na Arena. Com o gol o Metrô perdeu o rumo e quase que Lima ainda deixou o seu na primeira etapa.

Segundo tempo

O time de Blumenau voltou disposto a empatar o jogo e num cruzamento perfeito o argentino Trípodi marcou o seu de cabeça. Ali o Metrô voltou a jogar bem, mas num rápido contraataque, Lima, com categoria fez o seu. Detalhe que no primeiro tempo ele jogou com a chuteira branca e não marcou. No segundo com a sua "chuteira da sorte azul" deixou o dele.

Dois minutos depois o verdão ficou com um a menos e o Joinville dominou a partida. O tricolor ainda teve o garoto Daniel expulso e o Metrô o goleiro João Paulo por tocar com a mão na bola fora da área.

O terceiro era questão de tempo e saiu aos 40 com Leandro Costa aproveitando cruzamento da direita. Ali o Metrô já estava morto e sepultado.

Já o tricolor voltou a liderança isolada, e dorme o chamado sono dos justos

Palhaçada tricolor

Pegou muito mal a saída de Bittencourt do JEC. Primeiro o site do União de Leiria anuncia o meia Rafael Bittencourt como reforço até o final da temporada. Osni Fontan e Nereu Martinelli negam veementemente a saída do jogador.

Um dia depois Rafael está embarcando para Portugal para jogar no União de Leiria. E detalhe o contrao já estava assinado, pois a janela para o mercado europeu tinha fechado na última sexta,  e a diretoria fazendo a torcida de boba. Estes amadorismos que quase matam o torcedor do coração.

As aparências enganam

Foto: Jéssica Miranda

Terça-feira é o dia de bater uma pelada com os amigos na sede social do Sindicato do comércio, num dos melhores gramados sintéticos que já pisei. Depois de longos seis meses “contundido”, era hora de voltar. A chuteira society já estava velhinha e fui comprar uma nova.

 Com meu sobrinho Nicolas buzinando no meu ouvido, fui atrás da bendita chuteira Mercurial da Nike. Achei em uma loja no Shopping Mueller e depois de algumas chuteirinhas provadas o vendedor me aparece com uma; Oh, está aqui o Lima comprou comigo, além de ser superconfortável tem faro de gol, brincou o vendedor.

 Bom a chuteira era azul e parecia ser muito boa. Após duas semanas jogando com ela, o que de mais relevante eu ganhei, foi um calo gigante no pé esquerdo e uns dois golzinhos. Mas no pé de Lima, a tal chuteira Mercurial parece ter cola e ao mesmo tempo graxa. Quando a bola vem do alto, pára nos pés do melhor atacante do Estadual e quando está no mano a mano com o zagueiro ela parece ter graxa pela leveza com que desliza na bola.

E o bom da vida é que as vezes as aparências enganam. A mesma chuteira, o mesmo número, mesma cor, mesmo desing. A diferença é que o nordestino mais querido da torcida tricolor tem a técnica um pouca coisa mais apurada que a minha. Mas um dia eu pego o Lima no mano a mano pra ver se ele joga tudo isto mesmo. E durma com um barulho deste!