Agora pela manhã, fui ouvir a versão do atacante do Joinville Esporte Clube, Chris, sobre sua possível saída do clube.
Para esclarecer alguns fatos, o atleta deu entrada no INSS, em agosto de 2010 e deverá deixar o "encosto" no final deste mês.
O diretor de futebol, Nereu Martinelli e o presidente Márcio Vogelsanger, ou não estudaram a lei, ou não consultaram o departamento jurídico do clube, antes de "dispensarem" o atleta.
Por lei, quando o atleta volta do INSS, tem estabilidade de seis meses. Ou seja, por mais que o tricolor o queira demitir, ou que o atleta não faça mais parte, ele não poderá deixar o JEC.
Ele está sem contrato com o clube desde o final do ano, ou seja, sem vincúlo desportivo, mas pelo fato da grave cirurgia, tem ainda a estabilidade do vínculo empregatício.
Não é mais fácil, já que o atleta vai mesmo ter de ficar alguns meses no clube, acertar sua renovação amigável e ficar com ele principalmente para a Série C, já que este é o foco principal?
Ele é um segundo atacante, que joga muito bem ao lado de Lima. Se o tricolor aposta em Marcelo Silva e outros tantos por que não apostar em Chris?
O fato é claro. Ele não poderá deixar o JEC, porque por lei, depois de sair do INSS tem uma estabilidade de alguns meses, então faz um contrato bom para os dois lados.
A diretoria precisa agir com inteligência. Se tem de ficar com o atleta, então o use com inteligência. Ou a vaiadade de Nereu impede até isto?
O JEC até pode demitir o atleta, mas aí vai gastar um monte com a rescisão e indenização. Então que fique com o atleta, faça um contrato bom para ambas as partes e aproveite para a Série C. Não seria melhor?
O JEC até pode demitir o atleta, mas aí vai gastar um monte com a rescisão e indenização. Então que fique com o atleta, faça um contrato bom para ambas as partes e aproveite para a Série C. Não seria melhor?

