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sexta-feira, 20 de março de 2009

Rogério Correia vem ai

Rogério Correia que estava no Bahia, assinou com o JEC (Foto Divulgação)

Campeão Brasileiro pelo Atlético Paranaense em 2001, o experiente zagueiro chega para consolidar ainda mais a defesa tricolor. Nereu Martinelli, percebendo que poderia ocorrer falhas no setor defensivo ao longo do quadrangular final, tratou de agir rápido e trouxe um zagueiro de excelente nível. Junto com Rogério, chegou também o volante Thiago Matos, para ajudar na meia cancha tricolor. Thiago, estava atuando no futebol paulista. O tricolor dá mais um passo para a conquista da vaga na Série D.

quinta-feira, 19 de março de 2009

A bola que não entrou...


No lance Juliano chutou, Martini defendeu e a bola tocou na trave. No rebote Marcelinho perdeu a chance de empatar a partida. Na sequência de fotos abaixo, o lance que poderia ter evitado a derrota tricolor.












Outro show do Basquete

No detalhe o pivô Shilton (Foto Divulgação NBB)

A Ciser/Araldite/Univille venceu o Universo/Brasília por 88 a 79, no Ginásio da Asceb, na Capital Federal, na noite desta quarta-feira (18). Com o resultado, o time catarinense chega a 24 pontos e se isola na liderança do Novo Basquete Brasil (NBB), com 11 vitórias e apenas duas derrotas. O ala Jefferson Sobral, do Joinville, voltou a dar show, com belas jogadas. Ele foi o cestinha da partida, com 26 pontos. Já o pivô Shilton marcou 21 e o ala norte-americano Antwine Williams fez 19 pontos.

Outra de Charles


O atacante Charles (foto), que não estava em um dia muito inspirado perdeu dois gols. O rápido atacante não consegui achar espaço na compacta defesa avaia e foi facilmente marcado pela dupla André Turatto e Émerson.

O JEC perdeu quando podia

Carlinhos cabeçeia para a excelente defesa do goleiro Martini

O tricolor perdeu os 100% e a invencibilidade dentro de casa. Mas a derrota para o Avaí por 1 a 0 na Arena Joinville aconteceu na hora que podia, quando o tricolor ainda tinha aquela gordurinha para queimar. Apesar do revés em casa o tricolor ainda continua líder do returno e da classificação geral, mas agora não pode mais bobear. Isto porque o Metrô surpreendentemente venceu o Atlético de Ibirama por 4 a 1, em Ibirama e segue com chances de conquistar o returno.

O Jogo

O Avaí veio à Joinville com uma única missão, vencer o jogo. E foi com este objetivo que a equipe de Silas começou a partida. Sempre que atua na Arena, o tricolor começa sufocando os adversários, mas com a equipe da capital foi diferente. Silas veio num esquema tático 4-4-2 e acabou surpreendendo Gelson Silva. O diferencial do jogo foram os alas do Avaí, com Medina na direita e Eltinho na esquerda, o autor do gol, que apoiavam o ataque o tempo todo, impedindo a subida de Xavier e Rogério Souza. E foi justamente com os alas que o Avaí quase marcou logo aos 5 minutos de jogo. Até os 20 minutos, o Avaí era todo pressão e acabou perdendo algumas chances de gol com Caio, Lima e Marquinhos. O lance mais perigoso do primeiro tempo aconteceu aos 32 minutos, quando o lateral Medina perdeu um gol na pequena área. O tricolor respondeu aos 44 com Charles, mas a primeira etapa terminou 0 a 0.

Segundo tempo

O Avaí voltou para a segunda etapa com a mesma garra e disposição para vencer o jogo. Tentou aos 4, aos 7 aos 11, mas foi aos 14 minutos que a equipe avaiana balançou as redes. Eltinho recebeu livre e bateu de fora da área. A bola quicou na grama e enganou Fabiano. O gol porém acordou o tricolor, que a partir dos 20 minutos do segundo tempo passou a pressionar o Avaí. Mas esbarrou ora na trave ora no goleiro Eduardo Martini. Aos 26 minutos Martini defendeu a cabeçada de Carlinhos (foto acima). Aos 32 minutos, Charles chutou sozinho em cima do goleiro. Aos 36minutos, Marcelo Silva, apagado no jogo recebeu lançamento e bateu cruzado. A bola passou raspando o trave esquerda. O último lance de perigo tricolor foi também com Marcelo Silva aos 40 minutos, que recebeu dentro da área, chutou e Eduardo Martini fez a defesa. A bola caprichosamente tocou na trave e a zaga afastou. Aos 50 minutos o então "gordinho" Jose Nazareno Marcelino terminou a partida.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Jogo das estrelas

A votação no site da Liga Nacional de Basquete encerrou nesta terça-feira(17). Joinville tinha três jogadores disputando um lugar no time das estrelas e os três foram escolhidos. Manteguinha, armador foi escolhido com 20,3% dos votos. Shilton pivô 4 com 17,4% dos votos e de lateral 2 o americano Willians foi escolhido com 14,4% dos votos. Os três participarão do Jogo das Estrelas que acontece no dia 22 de março no Maracanãzinho.

segunda-feira, 16 de março de 2009

O corpo humano tricolor

Se analisarmos o Joinville Esporte Clube como um corpo humano, cada parte da maior criação divina tem sua função e sua explicação. E no tricolor também é assim. O cérebro pode ser definido pelo técnico Gelson Silva, que pensa, age, vê e sente o que é melhor para a equipe. Além de cordenar o esqueleto, que pode ser definido como a equipe, os membros superiores e inferiores. Os pés poderiam ser Marcelo Silva e Lima, e as mão o goleiro Fabiano. As pernas uma Carlinhos Santos e outra Ricardo Oliveira, de tanto que correm pelo gramado. A glândula pineal, também chamada de terceiro olho, responsável por um monte de funções no organismo pode ser definida por Nereu Martinelli, que montou um timaço. E o coração? O coração é emoção, é sentimento. É amor e ódio, é alegria e tristeza. São gritos e lágrimas. O coração só pode ser definido como a torcida jequeana. A maior e mais apaixonada do estado. Que sofreu durante anos com a escassez do bom futebol na cidade, mas que hoje ri à toa com a boa fase do clube. Mas este corpo humano também tem problemas e dores. Hoje a falta de um calendário no segundo semestre significaria ao corpo humano tricolor, um câncer em fase terminal, mas que não acontecerá com a ida para o quadrangular final e posterior conquista da vaga na Série D. Ah, este corpo humano também tem dores de cabeça (Chapecoense), artrite (Atlético de Ibirama), mal estar (arbitragens) e uma pequena pedra no rim chamada Avaí. Mas o corpo humano tricolor está em tratamento, e ao que tudo indica, terminará um ano com um físico e uma alto estima que há tempos não se via.