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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vale tudo por dinheiro?


Quem diria. O mundo da voltas mesmo. Leco que várias vezes humilhou a Krona Futsal, hoje vem jogar ao lado de seu irmão. No mundo do futebol é assim. Pagou, contratou. E tem mais uma, se fizer gol é capaz até de beijar a camisa... E assim caminha a humanidade.



Vamos ver o que Giba fará...


O jargão usado pelo narrador Galvão Bueno para falar do ponteiro Giba da Seleção Brasileira da Voleibol quando este faz um ponto, cai muito bem para o novo técnico do tricolor. Um tanto disto, se deve pelo atual momento que vive o Joinville. Um, Giba neles! até que cairia bem.

Currículo tem

Giba já trabalhou com Moisés Candido no Paulista, onde foi campeão da Série C em 2001. Passou pelo Santos, Fortaleza, Portuguesa e outros clubes, mas precisará do item mais importante. Autonomia. Se puder trabalhar em paz, com as peças que tem na mão, pode ainda salvar o turno de um grande fiasco.

Leandro Machado

Mas deixo aqui meu pesar com a saída de Leandro Machado. Seguraram o técnico, novembro e dezembro para montar a equipe, para na terceira rodada o demitirem. A culpa é de Marcelo Silva, Pantico, Diego Zanuto, Dias, Lima. Destes caras que não correram e não fazem jus ao altíssimo salário que ganham.

Falando em Moises.

Em 2009, o Avaí “guentou” o técnico Silas por 10 rodadas na zona do rebaixamento e depois a equipe ressurgiu das cinzas. Por que aqui ao menos não tentaram fazer a mesma coisa. O senhor Moisés poderia ter utilizado a mesma técnica, não poderia, ou aqui ele não tem autonomia?

Jogo pra derrubar?

Muita gente falou que a derrota do JEC para o Marcílio Dias foi para derrubar treinador. Isto já aconteceu no tricolor, mas não desta vez. Falar isto é não admitir que perderam o jogo para o time do fraco técnico Gelson da Silva. E se fizeram isto mesmo, todos que jogaram contra o Marinheiro são mercenários.

Vamos e venhamos

Na boa Giba, Moisés e Nereu. E até quando vocês vão tolerar a apatia de Marcelo Silva, Pantico, Lima. Jogar contra time pequeno todos jogam. Até o Zanuto. Porque o padrão linha dura também não é utilizado com determinados jogadores?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A demissão de Leandro Machado

Era uma da madrugada quando veio a notícia. O técnico Leandro Machado estava fora do comando do tricolor.

Claro que a corda sempre estoura para o lado mais fraco. Após a derrota para o o Marcílio Dias, na coletiva Leandro deixou nas entrelinhas que estava saindo do clube.

Falou que era mais fácil trocar um do que onze e que no futebol as coisas funcionam na base do resultado.

Sinceramente não concordo 100% com a demissão. O problema não é o técnico Leandro Machado e sim os hábitos que perduram dentro do Joinville Esporte Clube há anos.

Já dizia Einstein " É tolice fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferente" Por isto insisto que o problema do JEC é maior, é a nível de diretoria.

Por que Moisés Cândido não manda em nada? Por que ele não pode demitir os atletas que gostaria?

Porque acima dele está o diretor de futebol Nereu Martinelli. Empresário de jogador, e que insiste em colocar Marcelo Silva, Pantico e Lima no elenco do Joinville.

Volto a dizer, levaram um baita susto no final do ano que por enquanto não serviu de lição nenhuma. Não usaram a vergonhosa derrota para o América na Série D como lição para evitar novos erros.

Os diretores precisam mudar a postura, a forma de comandar o clube. Precisam entender que quem escala o time é o técnico e quem cobra é o gerente de futebol.

E como diria Cristiano Alves, lembra-se do Barbieri que saiu daqui escorraçado? Ele tinha razão. Falta profissionalismo para o Joinville Esporte Clube.

No mais, Pantico, Zanuto, Marcelo Silva poderiam nem se reapresentar na Arena Joinville...

Lances Joinville 0 x 2 Marcílio Dias

domingo, 23 de janeiro de 2011

Joinville vence fácil o Uberlândia


A defesa voltou a funcionar bem e o Basquete de Joinville fechou o primeiro turno do Novo Basquete Brasil em grande estilo. Na manhã deste domingo, a Araldite/Univille bateu o Uberlândia – concorrente direto pelas primeiras posições – por 92 a 66.

Os comandados de Alberto Bial fecham a etapa inicial do NBB com 10 vitórias em 14 partidas. Os rivais ainda têm compromissos por fazer, mas a possibilidade de o Joinville terminar entre os três melhores é excelente.

Contra o Uberlândia, a Araldite/Univille começou de maneira completamente oposta em relação ao jogo anterior, contra o Brasília. Se contra os atuais campeões a equipe entrou dispersa, desta vez foi diferente.

 Com Paulinho inspirado (ele marcou 16 pontos no primeiro quarto), o Joinville disparou no placar e venceu o primeiro período por 30 a 20. Paulinho foi o cestinha da partida com 19 pontos – 42% de aproveitamento nos três pontos (3/7) e 83% de aproveitamento nas bolas de dois pontos (5/6).

À frente no placar, o Joinville dominou as ações e teve tranqüilidade para ampliar a vantagem, sem dar chances de reação ao adversário. A defesa sólida também foi o ponto forte do time na manhã deste domingo.

Além de limitar o Uberlândia a apenas 66 pontos, a Araldite/Univille combateu com eficiência uma das principais armas do adversário, a bola de três pontos. O time mineiro arremessou 24 bolas de longe e converteu somente duas (aproveitamento de 8%).

Depois do primeiro quarto, a diferença de pontos entre as equipes jamais se reduziu a menos de 10 pontos. Bial aproveitou os jogadores do banco de reservas e o Joinville provou, novamente, que tem um grupo forte.

A pontuação dos jogadores reservas representou 45% do total de pontos do time. Os destaques foram o ala/armador Schneider (que converteu quatro bolas de três pontos em seis tentativas), com 12 pontos, o pivô Coloneze, com 11 pontos, e o ala Audrei, com 13 pontos (5/6 nas tentativas de dois pontos e 5/5 nos lances livres). Sete jogadores do Joinville atingiram mais de dois dígitos no quesito eficiência.

A Araldite/Univille volta à quadra pelo NBB diante do Bauru, no interior Paulista, em 4 de fevereiro.

JEC x Marcílio Dias

Depois de dois anos, o tricolor volta a enfrentar o Marcílio Dias. As situações são um pouco diferente. O JEC precisa mostrar o porquê dos altos investimentos em contratações e apagar o baile que levou do Figueira na última rodada.

Já o Marinheiro vem para Joinville em busca do improvável, uma vitória. Se der muita sorte, sairá hoje da Arena com um pontinho, o que nas circunstâncias do Marcílio Dias é um ótimo negócio.

O JEC é sim favorito. Mesmo sem o cabeça-de-bagre Lima expulso infantilmente, Ramon, Fernandinho devem dar conta do recado.

Espero que o técnico Leandro Machado tenha resolvido o problema no meio campo. Zanuto e Dias destoam muito do time.

O zagueiro Renato Santos machucado dá lugar a Fernando. E Paulo Sérgio pode fazer seu último jogo como titular do Joinville Esporte Clube, já que Max dever ser o titular natural da posição.

No mais, acho que os três pontos, virão ao natural para o tricolor.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Araldite/Univille perde para Brasília

O Basquete de Joinville não resistiu à força do atual campeão brasileiro e da Liga Sul-americana e foi derrotado na noite desta sexta-feira por 91 a 81.

A Araldite/Univille encostou no placar em diversos momentos da partida, mas o Brasília soube controlar as ações nos momentos capitais.

 O armador Nezinho e o ala/pivô Guilherme Giovanonne, inspirados, foram os principais pontuadores do jogo – 21 pontos cada um.

O ponto crucial foi aconteceu no final do terceiro quarto, quando o time joinvilense ficou a apenas dois pontos de Brasília, mas no último quarto, os candangos cresceram novamente no jogo e aumentaram a diferença para dez pontos e foram cadenciando o jogo até o final.

Joinville arriscou e perdeu muitos arremessos da linha dos três pontos, enquanto isto, aos poucos, Brasília ia fazendo o seu trivial.

Mas uma vitória amanhã contra o Uberlândia, já recoloca a Araldite/Univille no caminho certo novamente.