Gostaria de agradecer ao comentário anônimo que recebi no post "A situação de Chris". Apesar de ter consultado previamente antes de realizar a matéria dois advogados, um deles da área desportiva, o texto contém alguns desencontros.
Desta vez consultei mais dois advogados, um deles o Dr Pugliese Jr, advogado do Joinville Esporte Clube, o qual no sábado não consegui contatar.
Sempre atencioso, Dr. Pugliese explicou que o vínculo desportivo com o clube terminou em dezembro do ano passado, mas como ele ainda está encostado no INSS, tem uma estabilidade temporária (a nível só de INSS, nada mais com o clube), porém segundo o advogado do tricolor o atacante estaria liberado para negociar com qualquer clube, pois o contrato é com tempo determinado e isto faz com que mesmo com um acidente de trabalho, o atleta não tem mais vínculo com o clube.
O Joinville até tentou um acordo, mas Chris não teria aceito a redução de salário, o que gerou toda a polêmica.
No sábado, na estreia do programa Concentração na 89 FM, o técnico Giba estava lá e falou também sobre o assunto e que Chris não está nos planos do JEC.
Chris pode tentar na justiça, alegar que se machucou defendendo o tricolor, e que por este fato tentar uma estabilidade, alegando que o tempo que ficou encostado no INSS, seja revertido, ou seja algo em torno de sete meses.
Mas para ter sucesso dependerá da interpretação do juíz, mas o fato do contrato ser de tempo determinado, pesa muito contra Chris.
Mesmo consultando dois advogados, o texto inicial continha alguns erros de interpretação da lei.
Obrigado mais uma vez e se mais dúvidas forem surgindo, vamos debater para sempre esclarecer e trazer a tona.
Finalizo então, neste caso, parabenizando o jurídico do JEC que trabalhou bem para dar resguardo ao clube.