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sábado, 6 de novembro de 2010

Ressaca tricolor


Se o sábado foi sinistro aqui no Rio de Janeiro, imagina ai em Joinville. Nem São Pedro colaborou para que o dia fosse mais proveitoso na cidade maravilhosa. Aquele sol de sexta-feira deu lugar à forte chuva que veio do sul.

Já em Joinville, a ressaca tricolor veio por conta do STJD, que por dois votos a dois, decidiu inocentar o América. Como deu empate, prevaleceu o réu, neste caso o América.

À tarde fomos dar uma volta em Copabacana, para dar uma relaxada após o dia tenso de ontem.

Durante o passeio na feirinha, conversa vai conversa vem, achei um carioca que conhecia o Joinville. Sabia inclusive que era tricolor. E sem titubear perguntou. O que aconteceu com o Joinville? O Figueira tá voltando hein? O Criciúma subiu. E aí mermão?

É melhor ouvir isto do que ser surdo, mas apesar de muito argumentar, o carioca falou. Maissssxxx e a grana do moleque aqui do Rio, da Seleção, o Ramires? Ele não era do JEC?

Tive de explicar, o que muitos de nós ainda não sabemos direito.

Mas no final tive de concordar com o simpático Mendonça. Vocêiissssxxx tão assim porque não investem na base mermão.

É mole? Ainda “ouvi” lição de moral de um carioca. Era tudo que eu precisava num sábado chuvoso...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Presente de grego no STJD

                                        


Novamente com exclusividade, o Jornal Gazeta de Joinville esteve no STJD, transmitindo em tempo integral o julgamento mais importante do ano.

O erro do América-AM em escalar o atleta Amaral de forma irregular, dava os torcedores uma vitória certa.

Para resolvermos os problemas de conexão que tivemos na semana passada, chegamos no STJD por volta do meio dia.

Dr. Cestário, advogado que defende o time de Manaus no STJD e a presidenta Bruna do América, já estavam por lá. O clima no ar era pesado.

O julgamento que estava previsto para as 13:00 só foi começar depois das 14:15.

O relator Roberto Teixeira não pode comparecer a audiência e foi substituído. Para ajudar no atraso, até o procurador do caso foi alterado. Com isto o julgamento começou com apenas quatro auditores.

Foi uma bela batalha e que durou cerca de cinco horas. No primeiro tempo, após três horas de julgamento a sessão foi interrompida. Fizeram a CBF, um pedido de informação, se um jogador registrado em 15 de junho poderia ser registrado em 15 de outubro.

Com isso o julgamento do tricolor foi interrompido, e os outros processo da pauta entraram. O relógio já badalava 17 horas.

Muita ansiedade, enquanto isto acompanhava a absolvição do Avaí no jogo contra o Flamengo.

Por volta das 18:30 o documento chegou. Tensão total. O JEC então será absolvido?

O relator Dr. Paulo Braks leu o ofício enviado pela CBF que respondeu que não poderia registrar, pois já tinha passado os trinta dias da assinatura do contrato. Com isto a própria entidade máxima do futebol admitiu que o sistema é falho.

Mais algumas considerações e a votação começou. O primeiro foi o relator Dr. Paulo Braks, que votou pela condenação do América.

O coração do jequeano batia mais forte e o chat através do portal Gazeta de Joinville chegava quase a travar.

Depois veio o Dr. Washington. Ele disse que odeia tirar um time que ganhou em campo e fez a sustentação do seu voto por entender que o sistema é falho e a própria CBF já admitiu isto e errou também em outros casos.

O próximo voto era do Dr. Rodrigo Fux, que entendeu que não poderia tirar um time da final de um campeonato porque a CBF mostrou que os sistema era falho.

Muita tensão. O América vencia por 2 votos a 1. Era hora da presidenta votar.

Depois de muito drama e sustentar seu voto ela diz. Com muito pesar, voto pela eliminação do América.

Mas a alegria durou apenas cinco segundos, porque logo depois veio a pá de cal.

A Dr. Renata, presidenta da 4ª comissão disciplinar falou que em caso de empate, favorece o pró-réu, com isto o América estava absolvido.

Parecia inacreditável, mas o tricolor além de perder em campo, perdia também no tapetão a chance de voltar a Série D ou até mesmo ir para a Série C.

A vida é assim, no dia em que completaria 29 anos, recebi em nome da torcida, um belo presente de grego.

O voto que acabou por enquanto com a Série C

Novidades direto do STJD

No momento, o julgamento que envolve o JEC e o América de Manaus entrou em recesso para que se possa solicitar á CBF informações mais precisas para o correto julgamento e entendimento das informações prestadas pelo Sr. Ivan Guimarães. Vale ressaltar que os advogados de ambos os clubes fizeram um embasamento verbal muito bom. Ambos foram felizes nas suas colocações. Seguimos daqui acompanhando outros julgamentos, e aguardando uma resposta da CBF. Lembrando que, assim que a CBF responder ao questionamento feito pelos relatores e pela juíza auditora, será retomado o julgamento que decide o futuro do Joinville Esporte Clube.

Seguimos acompanhando e informando.

Direto do STJD

Como já era de se esperar, o julgamento segue de maneira tensa e complicada. O Sr. Ivan Guimarães acabou de prestar esclarecimentos aos relatores e á juiza. Neste julgamento, muitas situações foram levantadas, mas um fato contundentes foi a entrevista dada pelo mesmo Sr. Ivan dizendo que o jogador Amaral estaria irregular mesmo e que a culpa seria da Sra. Bruna, então presidente do Amazonas de Manaus. Hoje diante da comissão julgadora, ele se confundiu por diversas vezes, e não esclareceu os questionamentos de maneira clara e direta conforme solicitado ao mesmo. O fato é que o julgamento continua, o jogo de "empurra-empurra" de responsabilidades entre o dirigente e a presidente do clube de Manaus continua e vamos seguindo. Agora o Sr. Pugliese, advogado do JEC, que por sinal está sendo muito feliz na sua fala. E vamos seguindo.

Do hotel para o STJD

Acabamos de chegar ao hotel. Uma rápida ducha e daqui direto para o STJD. O tribunal só abrirá ao meio dia. Até lá muita tensão no julgamento mais importante do ano.

Desembarque e esperança

Chegamos agora pouco ao Rio de Janeiro. A partir das 12 horas já estaremos ao vivo no STJD trazendo todas as informações e bastidores do julgamento do ano.