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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

É hora do "vamos ver"

Amanhã a Krona Futsal fará seu primeiro teste de fogo na segunda fase desta Liga Futsal 2009. Contra a Malwee em Jaraguá do Sul, uma vitória daria a moral que os comandados de Paulinho Gambier precisam. Um dos maiores clássicos do futsal brasileiro acontece amanhã na Arena Jaraguá as 19:00 horas. Será um jogão de bola. Esta é a hora do "vamos ver" e mostrar se realmente o time tem condições técnicas e pscicológicas de bater a Malwee.

O homem sem limites

Por volta do ano 1.300 o homem descobriu a pólvora, artefato este, que mudaria a história das guerras. A espada, a lança e o escudo, davam lugar a pistolas, mísseis e tanques de guerra. Muitos em 1.800, se perguntavam, teria o homem chego ao limite da tecnologia? A resposta veio na Segunda Guerra Mundial, com o lançamento da bomba atômica, que dizimou milhões de pessoas no Japão. No esporte sentimos a mesma diferença da evolução tecnológica e do corpo humano. Em 1950 nos gramados brasileiros, quem tinha habilidade e um pouco de preparo físico, tornou-se ídolo da época, diferente dos dias atuais em que a qualidade técnica, deu lugar a força física e aos esquemas táticos. Gustavo Borges treinava 12 horas por dia e nunca conseguiu um recorde olímpico. Já Cesar Cielo treina a metade disto e é o homem mais rápido do mundo nos 50 metros livres, com a ajuda de treinamentos específicos através de programas de computador. Enquanto na maioria dos esportes, o limite dos recordes parecem estar chegando ao fim, no atletismo Usain Bolt, parece não ter. Quando fez 9s69m nas olimpíadas, o impossível de baixar da casa dos 9,7 aconteceu. Agora em Berlim, Bolt novamente brincando de correr, fez 9s58, mostrando ao mundo que ele parece não ter limites.

Jason do Brasileirão

Estou quase acreditando na profecia de Chiquito, em que insiste em dizer que o São Paulo é o Jason do Brasileirão. Jason, é o grande personagem dos filmes Sexta Feira 13. A comparação entre o tricolor paulista e Jason, é que os dois, quando todo mundo acha que esta morto e enterrado, surge do “nada” e ataca suas vítimas. A última vítima do Jason do Brasileirão foi o Sport. Ano passado, enquanto Palmeiras, Cruzeiro e Grêmio se digladiavam para ver quem levantava o caneco, o São Paulo passou despercebido e levantou a taça. Neste ano, o tricolor paulista já esta na zona da Libertadores.

Sulamericana

O Avaí parece mesmo gostar da nova “moradia”. A equipe de Silas, que até a décima rodada, rondava a zona da degola, hoje vive muito bem na zona de classificação para a Sulamericana. Na sexta posição com 30 pontos, o Avaí esta mais perto da Libertadores do que da Série B. A vitória em cima do Náutico por 2 a 1, deixa o Avaí a nove rodadas invicto.

Mais pra lá

A azurra está a três pontinhos da Liberta, o sonho dos azulinos e a doze do abismo. Claro que a Libertadores é praticamente impossível neste primeiro ano, mas para quem esta iniciando na elite do Brasileirão, a Sulamericana já esta de bom tamanho. Silas também já esta revendo seus conceitos.

Instabilidade

O Figueira voltou novamente a colar no G-4 na Série B. O alvinegro da capital venceu bem o Duque de Caxias-RJ fora de casa e já é o quinto colocado. Mas o que esta “matando” o Figueira é a instabilidade. Em casa, contra o América-RN era um jogo para fazer os três pontos e no apagar das luzes o Figueira levou o gol. Mas a equipe de Roberto Fernandes esta no caminho certo para voltar a elite do futebol brasileiro.

Chapecoense

Dos times que jogaram fora de casa na Série D do Brasileirão, a Chapecoense foi o único que venceu. O verdão do Oeste fez 3 a 0 em cima do Corinthians-PR e praticamente garantiu a classificação para a terceira fase da competição. Felizes estão à galera do oeste e os torcedores jequeanos, que se a Chapecoense subir para a Série C, será um adversário há menos na Copa Santa Catarina. Que fase hein?


Série C

Olha como o futebol às vezes prega “peças”. No grupo em que estavam Marcílio Dias e Criciúma e mais três times, apenas dois passavam para a próxima fase. Passaram Caxias-Rs e Brasil de Pelotas-RS. O Caxias cruzou com o Guaratinguetá, e o Brasil de Pelotas com América-MG. Ambos perderam os jogos (somando o placar do jogo de ida e volta) e perderam a chance de subir para a Série B.

Se, se, se...

Com aquele time que disputou o Estadual, o tricolor poderia ter chego até a Série B. Não pela qualidade técnica, mas sim pelos fracos adversários e a rapidez com que o campeonato termina. Em dez jogos, sendo cinco em casa e cinco fora, o tricolor poderia estar de volta na Série B. Uma chance jogada fora pelo Criciúma. Enquanto isto o torcedor tricolor fica no se. Se fosse o JEC, se fosse a Série C, se não tivesse perdido pro Marcílio a Copa a Santa Catarina...

sábado, 15 de agosto de 2009

O velho, novo JEC

O diretor e homem forte das contratações do tricolor, Nereu Martinelli, já começou a montar o time que vai disputar a Copa Santa Catarina e servirá de base para o Estadual 2010. Voltaram ao JEC Carlinhos Santos, o goleiro Fabiano, que estavam emprestados ao Marília. Do time paulista veio também ao atacante Cris de 31 anos, que já teve passagens por Palmeiras, Sport e Guarani. Outra figurinha carimbada é o meia atacante Willian, que agora totalmente recuperado, quer jogar na Copinha, o que não jogou no Estadual, e poder assim provar para a torcida que não merece o apelido de “chinelinho”, dado ao jogador que mais fica no departamento médico do clube do que joga. Claudemir estava no Brusque também deve retornar. Um argentino, Diego Escudeiro, irmão do lateral esquerdo Escudeiro contratado pelo Corinthians, deve ser outro reforço para o tricolor. Outro que esta de volta é o lateral Rafael Tesser, que fez sucesso no time de 2006, vice-campeão Catarinense. Tesser, estava no Marcílio Dias e tem seu futebol admirado pelo técnico Ramirez. Outro reforço apresentado pelo tricolor é o volante Paulinho Dias, que também estava no Marília. A Copinha começa dia 18 de outubro e valera a vaga para a Série D. Depois de duas invertidas seguidas, desta vez o JEC deverá dar valor a um campeonato que tem um nível similar ao da Primeira Divisão de Amador da cidade.

Basquete Feminino

Com o titulo de vice-campeã da Taça Federação Catarinense de Basquete, a ABF (Associação de Basquete Feminino Joinvilense) recebeu a sua primeira taça como associação. Com uma excelente campanha, a cestinha do campeonato foi a ala joinvilense Gilmara do Amaral com 97 pontos. Porém a equipe perdeu a final para Blumenau por 85 a 65, mas venceu o contra Brusque por 106 a 36, e o Jaraguá de vencendo por 107 a 44. Esta mais do que na hora de a Felej ajudar de verdade o basquete feminino da cidade.

Série C

Olha como o futebol às vezes prega “peças”. No grupo em que estavam Marcílio Dias e Criciúma e mais três times, apenas dois passavam para a próxima fase. Passaram Caxias-Rs e Brasil de Pelotas-RS. O Caxias cruzou com o Guaratinguetá, e o Brasil de Pelotas com América-MG. Quem vencer deste confronto de dois jogos, um em casa e outro fora, já estará na Série B.



Se, se, se...


Com aquele time que disputou o Estadual, o tricolor poderia ter chego até a Série B. Não pela qualidade técnica, mas sim pelos fracos adversários e a rapidez com que o campeonato termina. Em dez jogos, sendo cinco em casa e cinco fora, o tricolor poderia estar de volta na Série B. Uma chance jogada fora pelo Criciúma. Enquanto isto o torcedor tricolor fica no se. Se fosse o JEC, se fosse a Série C, se não tivesse perdido pro Marcílio a Copa a Santa Catarina...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Campeãs Abaixo de Zero!!


A equipe feminina de basquete (de 15 de a 17 anos) que representou a Escola de Educação Basica Presidente Medici (Joinville) no JASC 2009, foi composta por atletas da Escola, Seis alunas da escola que participam da categoria. Os jogos foram disputados em Xaxim- SC, dos dia 23 a 25 de Julho. A equipe foi campeã invicta, e desbancaram as grandes favoritas Chapecó e Xaxim, Mesmo com o frio e temperaturas abaixo de zero, jogaram com muita garra e confiança.

Falta apoio as campeãs

A viagem só foi possível graças a ajuda da comunidade do Boa Vista, e ao esforço da Diretora da Escola Presidente Medici, Valquíria, que buscou apoio junto ao CENAIC, com a doação do dinheiro que a Instituição disponibilizou, foi possível cobrir grande parte dos gastos. Mas para participarem da etapa Nacional precisam de apoio.