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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Melhores momentos Figueira 3 x 1 JEC

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Gols Figueira 3 x 1 JEC

Figueira 3 x1 JEC: Eliminação e treino de luxo




Que seria difícil vencer o Figueira no Scarpelli, todo mundo sabia. O que o sofrido torcedor que largou a família para viajar, ou até mesmo deixou de seus afazeres para acompanhar na telinha o clássico entre Figueirense e Joinville, não imaginava, era a vergonha que o seu tricolor iria fazer na Capital.

Os 3 a 1 para o alvinegro saiu barato, para não dizer de graça. Se o Figueira quisesse mesmo, poderia ter feito cinco ou seis, digamos ao natural.

Giba trocou a zaga titular e um cabeça de área, deixando o JEC praticamente sem entrosamento lá trás. E o técnico alvinegro, sabendo disto deitou e rolou em cima de Giba.

É só analisar os dois primeiros gols do Figueira. A mesma jogada pela esquerda e o mesmo buraco no meio da defesa. A dupla de zaga sem noção de tempo e espaço.

Breitner, Héber e Maicon invertiam constantemente de lado, confundindo os  zagueiros do tricolor Pedro Paulo e Linno. Júlio dos Santos, também longo do ritmo de jogo ideal, ficava perdido à frente da zaga.

O ataque até que foi bem. Sempre guiados pelo maestro Ramon (novamente deu dó dele), até esboçou um mínimo poder de reação.

Mas taticamente e tecnicamente o Figueirense deu uma aula de futebol. Passes rápidos e curtos, constantes invertidas de jogo e uma velocidade para atacar fantástica. A diferença entre um técnico e time de Série A, contra um técnico e time de Série C.

E para ajudar, pegou pela frente um JEC lento e apático. Entravam como queriam na defesa do tricolor. A má pontaria do ataque alvinegro, ajudou até a consagrar o goleiro Max, que fez uma  partida razoável ontem.

Enfim, o Figueira venceu o tricolor por 3 a 1, ao natural, sem forçar. Jogou quando quis e por respeito aos atletas e pais de família, não enfiou uma sonora goleada no Joinville. Foi um treino de luxo para o Figueira, que pega na final também em casa o Criciúma.

Agora Giba terá duas semanas para treinar a equipe e dar um ritmo de jogo aos novos atletas e pensar na Série C, porque o Estadual, na boa, já era...

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Tudo ou nada

Amanhã, as 16:00 horas o tricolor enfrentará o Figueirense no Orlando Scarpelli tendo que superar a lógica.

Giba, tirou a zaga titular Fernando e Renato Santos para colocar os estreantes Pedro Paulo e Linno. E para o lugar de Renan colocou o também recém contratado Julio dos Santos.

Contra um Figueira pode ser um tiro no pé. Mas é aquela se perder é culpa da falta de entrosamento, mas se vencer o Giba deu um nó tático no Márcio Goiano.

Sinceramente não mudaria toda a base do sistema defensivo, mas se assim Giba o fez, é porque está muito descontente com seu time.

Agora é saber se a ousadia de Giba deu ou não resultado


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

No futebol, não cuspa pra cima


O tal dito popular “não cuspa pra cima que caí na testa”, funciona bem no mundo do futebol. Avaí e Silas no ano passado, trocaram muitas palavras baixas e o técnico metido a pastor chegou a dizer que nuncaaaa mais treinaria o Avaí.

Depois de um ano, o Avaí quer Silas e Silas quer voltar para o Leão. É desta maneira, Silas retornou ao Leão da Ilha.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Custou caro


O gramado, única item que é de responsabilidade do JEC na Arena, está uma lástima. E o tricolor pagou o preço por isto. Na partida contra o Criciúma, o JEC era melhor na partida, mas o gramado não agüentou a chuva e o resultado foi o árbitro Célio Amorin finalizando a partida aos 39 minutos da segunda etapa.

Novo erro

E contra o Metro a chuva voltou a atrapalhar os planos do JEC. Claro que botar a culpa na derrota na “cola da chuva” seria uma tremenda injustiça, mas para um time que um cara como o Ramón, extremamente técnico, o gramado naquele estado fez toda a diferença. Sorte do Metrô que aproveitou mais esta falha do tricolor.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

As falhas de Max


Que ele é até um bom goleiro isto não temos dúvidas. Mas o maior culpado não é ele e sim quem o escalou. Qualquer um vê que ele está sem ritmo de jogo. Ou colocava pra jogar quando contratou ou espera o returno. Mas forçaram a escalação e o resultado esta aí. Entrou numa verdadeira roubada e acabou queimado com a torcida.