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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Joguinhos Abertos

Joinville perdeu a hegemonia para Blumenau. A maior cidade do estado era pentacampeã da competição. O colega Edenílson Leandro, do jornal AN, no seu blog Intervalo, soltou o verbo nos cronistas que criticam a longa distância “Irrita ver comentarista que não bota o pé em ginásios dizer que Joinville foi mal nos Joguinhos porque perdeu para Blumenau. Algumas modalidades não renderam o planejado, o que definiu um jogo apertado (a diferença pró-Blumenau foi de sete pontos). Daí a generalizar a jogar o trabalho numa vala é covardia. E desinformação.Será que passa pela cabeça de alguém que Blumenau fosse cruzar os braços e ver Joinville ganhar um Joguinhos atrás do outro? A rivalidade e a qualidade dos dois trabalhos é que dão graça à competição”. Parabéns ao colega.

A forma de disputa dos Joguinhos

Só acho injusto a forma de disputa. Joinville ficou na frente de Blumenau no quadro geral das medalhas, com 94 no total (42 de ouro, 26 de prata e 26 de bronze) contra 93 de Blumenau ( 36 de ouro, 28 prata e 29 de bronze). Se a pontuação fosse como nas Olimpíadas, Joinville teria ficado em primeiro, mas nos Joguinhos a forma de disputa premia do 1º ao 6º, com pontos variando de 13 até 1. Bujica que assumiu a FELEJ à mando do amigo Tebaldi, acumulou mais um fracasso na carreia como “comandante”.

Primeirona

As semifinais foram decididas. Sercos e Serrana jogam as 10:15 de domingo (28) no Costa e Silva, e Krona e América, as 15:00 no Vila Nova. Será duas semifinais de altíssimo nível como há tempos não tínhamos em Joinville. Com a falta de futebol nos gramados da Arena, pra quem gosta de um futebol no domingo, o jeito é ir nos bairros acompanhar a Primeirona. Favorito? Dos quatro, o mais forte e experiente é a Serrana, mas futebol é futebol.

Série B

Ai, ai, ai, to vendo pintar mais uma vez o título de cavalo paraguaio para o Avaí. O time da capital empatou em casa contra o fraco América por 1 a 1 e fora de casa, empatou sem gols com o Ceará. Silas deve estar com os cabelos em pé, porque aquela gordurinha já não existe mais. Agora é vencer ou vencer. No sábado o Avaí recebe o Bahia precisando vencer para se firmar de vez no G-4. Se não subir este ano, não sobe mais. Já o Criciúma está vendo a Terceirona bater na sua porta. A equipe do sul do estado precisa ao menos vencer os jogos em casa para não cair. Do jeito que a coisa anda, é bom o tigre abrir os olhos.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Torcedor reclama!


Prezado Senhor Juca Miguel


Venho através desta singela correspondência eletrônica, indagar de forma cavalheira e gentil o posicionamento de extimada pessoa, na qual possuo um exímio apreço pela posição ideológica fundamentada na melhoria do esporte, principalmente no futebol joinvilense, através do Joinville Esporte Clube, o qual sabe-se não caminha a contento da massa torcedora.
Com base nas disposições arroladas no jornal Gazeta de Joinville - 22 a 25 de setembro de 2008 - página B8, com título "No giro da Bola", observa-se um pequeno descontentamento com a chapa "Recomeçar", e/ou com algum de seus integrantes. Não fazendo-se clara a linha a ser seguida por nobre membro da imprensa, quando de forma um tanto quanto rancorosa, refere-se aos posicionamentos do grupo supracitado.
Em momento algum, discutir-se-á a capacidade de ambos os corpos constituidores das chapas que hoje concorrem à presidência do Joinville Esporte Clube, pois cabe aqui uma análise intrínseca de que os representantes que as compõem são do mais alto nível em suas profissões e vidas particulares, pois não averiguo melhor palavra na língua portuguesa, que não "vencedores" e de extrema capacitação para presidir, gerenciar ou reerguer qualquer instituição, associação ou clube no âmbito, não só municipal, mas ao longo de todo perímetro estatal, e por que não nacional (ressaltando que refiro-me aqui aos membros das duas chapas).
Na modernidade, na qual caminha-se a largas passadas, o alcance da mídia se faz de maneira muito presente na caótica vivência dos que à possuem acesso, e em muitos, as entrelinhas dos grandes aparatos noticiais fazem mais do que levar a informação da maneira pura e real (capacita-se por ilusão de quem por ventura arguir com um pensar diferente) maquiando disposições fáticas e pregando um ideal que por vezes corresponde as premissas do autor de determinada matéria (já apontava Pierre BOURDIEU, um importante sociólogo francês, classificando tal estratégia como 'ocultar mostrando' em sua obra "Sobre a televisão")
Não venho aqui pregar uma santidade formal para com a imprensa em suas mais variadas instituições, contudo na humilde posição de leitor, visualiza-se um grau de "apelo" correlato ao subtítulo "José Saturnino Marcos Neotti", nota de grande valia em outro momento, talvez uma exaltação pelo amor dos associados antigos do clube, não como forma de sensibilizar o voto com a opinião isolada de um único sócio, independentemente de quem seja. Infelicidade ainda de Vsa senhoria em usar termos como "[...] jeito simples [...]" - por vezes repetido - (não compreendendo o ponto final de tal apontamento; seria aproximar o Sr Vilmar Steil do "povo"; ou classificar o Sr Osni Fontan como inaccessível - este por hora, sim, vivenciador do futebol, uma vez que atleta de fase áurea do clube), ou ainda quando nos deparamos com a expressão "[...] ao meu ver [...]" (voltamos aqui a opinião pessoal em um veículo midiático).
A agressividade nas linhas podem induzir a falsidades de pensamentos e manipulação do corpo ideológico social, então membros de institutos que levam a informação para uma gama de leitores, ouvintes e espectadores devem buscar apenas retransmitir a mesma, sem manipular condicionantes, nem proferir mágoa para com o adversário.
Sou isento de qualquer que sejam as chapas e seus membros, porém como torcedor julgo inadmissível a maior cidade de Santa Catarina, com um dos estádio mais belos no perímetro estatal, ficar sem calendário durante praticamente todo um semestre e estar a contento com uma possível seletiva de série "D", firmando parcerias de maneira errônea com administradoras de futebol e clubes rivais.
Desculpe a extensão das palavras, penso que o Senhor deve estar de máxima ocupado com seus afazeres profissionais, contudo tomei a liberdade de imbuir tais temas para com vossa pessoa.
Se isenção e imparcialidade são virtudes de Fossile, Gerson Machado e Flávio Silveira,é com total educação que digo que tal qualidade na cabe ao Sr Juca Miguel (indução e falácia não cabem ao profissional de imprensa nos tempos modernos)

Aguardo retorno caso procedente

Encontro-me em total disposição para debater o tema a qualquer momento, caso extimada pessoa julgue necessário.

Att

Geyson Silva

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Debate na Radio Globo foi bom

Caros leitores da nova e velha geração: A Radio Globo AM promoveu no último domingo (21) das 10 às 12 horas o debate entre os candidatos representando as chapas que buscam salvar o JEC. Pelo lado da chapa "Ordem e Progresso", Vilmar Steil (foto acima à esquerda) e pela chapa "Recomeçar", o escolhido foi Osni Fontan (acima à direita). Os assuntos do debate foram bons, e puderam assim ajudar os sócios tricolores a escolherem bem seus canditados. Osni, há bastante tempo ocupando cargos públicos, aprendeu bem com o amigo Tebaldi se livrar de perguntas polêmicas. No debate, mesmo nos questionamentos mais controversos, Osni falava, mas pouco explicava e ainda tentou distorcer os fatos, como na questão de ele amar ou não o JEC, recebendo salário quando foi gerente de futebol em 2006. Osni rebateu Vilmar que ele não amava o clube por ter deixado o JEC em 2001 quando perderam as eleições. Já Vilmar disse que tanto ama o JEC que nunca recebeu salário, ao contrário de Fontan que era bem remunerado, inclusive recebendo os atrasados da época, pagos pela atual diretoria.

Osni e o ônibus

Vilmar Steil, com seu jeito simples, perguntou se em 2006, Osni Fontan, como gerente de futebol, levava os jogadores para treinar com um ônibus com licenciamento atrasado desde 2004, qual era a opinião do candidato. Osni Fontan, visivelmente nervoso, falou que não tinha nada a ver se o ônibus estava atrasado, que o negócio dele era o futebol. Só esquece o nobre candidato Fontan, que para levar os jogadores precisava do ônibus, e que, se parasse em uma blitz, o "busão" ia para o morro e a situação seria extremamente desagradável e constrangerdora